8 de nov de 2011

A Estátua e o Azulejo de Mármore


Havia um museu, com o piso completamente coberto por belíssimos azulejos de mármore e com uma estátua, toda em mármore, enorme, exibida no meio do salão de entrada.

Muitas pessoas vinham do mundo inteiro para admirar a bonita estátua de mármore. Uma noite, os azulejos começaram a falar e reclamar com a estátua de mármore:

- Estátua, isto não é justo, não é justo! Por que vem gente do mundo inteiro, pisa e pisa em todos nós, só para admirá-la? Não é justo!

- Meu querido amigo azulejo de mármore, você ainda se lembra de quando estávamos, de fato, na mesma caverna? – Respondeu a estátua.

- Sim! É por isso que eu acho tudo muito injusto. Nós nascemos na mesma caverna e, agora, recebemos tratamento tão diferente. Não é justo!

Então, você ainda se lembra do dia em que o artista tentou trabalhar em você, mas você resistiu bravamente às ferramentas?

- Sim, claro que eu me lembro. Eu odiei aquele sujeito! Como ele pôde usar aquelas ferramentas em mim? Doeu muito!

- Isso é certo! Ele não pôde fazer nada em você, porque você resistiu em ser trabalhado.

- Sim. E daí?

- Quando ele veio para cima de mim, ao invés de resistir, eu soube imediatamente que me tornaria algo diferente depois dos esforços dele. Eu não resisti, ao invés disso, agüentei todas as ferramentas dolorosas, que ele usou em mim.

- Mmmmm… Resmungou o azulejo.

- Meu amigo, há preço para tudo na vida. E nem sempre é fácil. Ás vezes, é muito difícil, doloroso. Mas temos que aprender a suportar os sofrimentos, procurando crescer para nos transformarmos em algo mais belo. Já que você desistiu de tudo no meio do caminho, você não pode culpar as pessoas, que passam por você.

Moral da história: Os sofrimentos e provações nos ajudam a crescer e a nos tornarmos testemunhas vivas da ação de Deus. Para que isso aconteça é necessário lançarmos fora o medo e deixarmos que Ele nos molde conforme a Sua vontade.

Deus quer fazer de você uma bela obra prima do Seu Amor!

Afinidade


A afinidade não é o mais brilhante, mas o mais sutil, delicado e penetrante dos sentimentos.
É o mais independente.
Não importa o tempo, a ausência, os adiamentos, as distâncias, as impossibilidades.
Quando há afinidade, qualquer reencontro retoma a relação,
o diálogo, a conversa, o afeto no exato ponto em que foi interrompido.
Afinidade é não haver tempo mediando a vida.
É uma vitória do adivinhado sobre o real.
Do subjetivo para o objetivo.
Do permanente sobre o passageiro.
Do básico sobre o superficial.
Ter afinidade é muito raro.
Mas quando existe não precisa de códigos verbais para se manifestar.
Existia antes do conhecimento, irradia durante e permanece depois que as pessoas deixaram de estar juntas.
O que você tem dificuldade de expressar a um não afim, sai simples e claro diante de alguém com quem você tem afinidade.
Afinidade é ficar longe pensando parecido a respeito dos mesmos fatos que impressionam, comovem ou mobilizam.
É ficar conversando sem trocar palavras.
É receber o que vem do outro com aceitação anterior ao entendimento.
Afinidade é sentir com, nem sentir contra, nem sentir para, nem sentir por, nem sentir pelo.
Quanta gente ama loucamente, mas sente contra o ser amado.
Quantos amam e sentem para o ser amado, não para eles próprios.
Sentir com é não ter necessidade de explicar o que está sentindo.
É olhar e perceber.
É mais calar do que falar, ou, quando é falar, jamais explicar: apenas afirmar.
Afinidade é jamais sentir por.
Quem sente por, confunde afinidade com masoquismo.
Mas quem sente com, avalia sem se contaminar.
Compreende sem ocupar o lugar do outro.
Aceita para poder questionar.
Quem não tem afinidade, questiona por não aceitar.
Afinidade é ter perdas semelhantes e iguais esperanças.
É conversar no silêncio, tanto nas possibilidades exercidas quanto das impossibilidade vividas.
Afinidade é retomar a relação no ponto em que parou sem lamentar o tempo de separação.
Porque tempo e separação nunca existiram.
Foram apenas oportunidades dadas (tiradas) pela vida, para que a maturação comum pudesse se dar.
E para que cada pessoa pudesse e possa ser, cada vez mais a expressão do outro sob a forma ampliada do eu individual aprimorado.

Mais uma de amor


Que algumas pessoas não acreditem que o homem esteve mesmo na lua, dá até pra entender, mas tem gente que não acredita em amor, e isso é imperdoável. Podemos não acreditar no que nossos olhos vêem, mas não podemos desacreditar no que sentimos.
Você já ficou com a boca seca diante de uma pessoa? Já teve receio de ela estar ouvindo as batidas do seu coração? Bem, isso tudo não é prova de amor, apenas de ansiedade. Amor é outra coisa.
Amor é quando você acha que a pessoa com quem você se relacionava era egoísta, possessiva e infantilóide e isso não reduz em nada a sua saudade, não impede que a coisa que você mais gostaria neste instante é de estar tocando os cabelos daquela egoísta, possessiva e infantilóide.
Amor é quando você não compreende direito algumas coisas, mesmo tendo o QI mais elevado da turma, mesmo dominando o pensamento de Sócrates, Plutão e Nietzche. Perguntas simples ficam sem resposta, como por exemplo: como é que eu, sendo tão boa gente, tão honesto e com um coração tão grande, não consigo fazê-la perceber que ela seria a pessoa mais feliz do mundo ao meu lado?
Amor é quando você passa dias sem ver quem você ama, depois passam-se meses, e aí você conhece outra pessoa e passam-se décadas, e você já nem lembra mais do passado, e um dia qualquer de um ano qualquer você se olha no espelho e pensa: como é que eu consegui enganar a mim mesmo durante todo esse tempo?
Amor é quando você sente que seria capaz de amarrar o cadarço de um tênis com uma única mão ou de fazer a chuva parar só com a força do pensamento caso a pessoa que você ama lhe mandasse um sim deste tamanho.
Amor é quando você sabe tintim por tintim as razões que impedem o seu relacionamento de dar certo, é quando você tem certeza de que seriam muito infelizes juntos, é quando você não tem a menor esperança de um milagre acontecer, e essa sensatez toda não impede de fazê-lo chorar escondido quando ouve uma música careta que lembra os seus 14 anos, quando você acreditava em milagres.
Tudo isso pode parecer uma grande dor, mas é uma grande dádiva, porque a existência do amor está toda hora sendo lembrada.
Dor é quando a gente está numa relação tão fácil, tão automática, tão prática e funcional que a gente até esquece que também é amor.

Declaração dos Direitos do Amor


Considerando ser o Amor o maior de todos os agentes de Utilidade Pública, PROCLAMA-SE O QUE SEGUE:

Artigo 1º
O amor pode apropriar-se de todo e qualquer coração, com ou sem anuência do dono.

Artigo 2º
Em presença de sentimentos inferiores, tais como a raiva, o ódio e o ressentimento, ao Amor é permitido julgá-los e extraditá-los sem direito a reconsideração da pena.

Artigo 3º
O Amor deve ser respeitado em todas as suas formas, sejam elas dirigidas a pessoas, coisas, vegetais ou animais.

Artigo 4º
Ao Amor é sempre permitida a companhia do perdão, pois que sem este Ele está falsificado.

Artigo 5º
O Amor tem o direito de ficar cego, surdo e mudo quando em presença de maledicências e pode apresentar-se como agente de paz diante de desarmonias e atos prejudiciais a todos os seres do Planeta.

Artigo 6º
O Amor tem licença plena para manifestar-se livremente, independente de raça, credo ou religião.
Ele é incondicionalmente livre para viver em seu habitat natural: o coração.

Artigo 7º
O Amor é bússola que aponta o caminho para a Felicidade e assim deve ser indiscutivelmente reconhecido.

Artigo 8º
A todo aquele que banir o Amor do seu coração será imputada a pena de solidão, isolamento e sofrimento perpétuos.

Artigo 9º
O Amor nunca deverá ser responsabilizado por dores, perdas ou danos e tem amplos poderes para neutralizar todas as batalhas, sejam elas emocionais, familiares ou sociais.

Artigo 10º
Ao Amor não se aplicam Leis Trabalhistas:
Ele pode exercer suas funções 24 horas por dia durante TODOS os dias do ano.

Artigo 11º
Quando o Amor entra em corações, deve ser bem recebido, bem tratado, bem nutrido e absolutamente livre para agir em prol de todos os envolvidos por Ele.

Artigo 12º
Em nenhuma hipótese o Amor deverá ser álibi para atitudes de más intenções, tais como usá-Lo como desculpa para enganar, iludir ou controlar corações. Também nunca poderá ser instrumento de brincadeira com o sentimento do homem ou da mulher.

Artigo 13º
Toda e qualquer tentativa de matar o Amor será tratada pelo Universo como crime contra a vida do próprio mandante.

Artigo 14º
O Amor é partidário da Lei de Causa e Efeito:
Ele pode partir em definitivo da Vida daqueles que optam pelo sofrimento diante das adversidades, e também daqueles que se deixam cair em abandono.

Artigo 15º
Ao Amor nada deve ser acrescentado e Dele também nada retirado, posto ser o mais perfeito de todos os sentimentos e manifestação absoluta de Deus.

Parágrafo Único:
Os Direitos do Amor sempre protegerão os legítimos Direitos de Todos os Seres.

REVOGUEM-SE TODAS AS DISPOSIÇÕES EM CONTRÁRIO.

Tênis e frescobol


Depois de muito meditar sobre o assunto concluí que os casamentos (relacionamentos) são de dois tipos: há os casamentos do tipo tênis e há os casamentos do tipo frescobol.
Os casamentos do tipo tênis são uma fonte de raiva e ressentimentos e terminam sempre mal.
Os casamentos do tipo frescobol são uma fonte de alegria e têm a chance de ter vida longa.
Explico-me. Para começar, uma afirmação de Nietzche, com a qual concordo inteiramente. Dizia ele:
“Ao pensar sobre a possibilidade do casamento cada um deveria se fazer a seguinte pergunta:
‘Você crê que seria capaz de conversar com prazer com esta pessoa até sua velhice?’
Tudo o mais no casamento é transitório, mas as relações que desafiam o tempo são aquelas construídas sobre a arte de conversar.” (…)
A música dos sons ou da palavra – é a sexualidade sob a forma da eternidade: é o amor que ressuscita sempre, depois de morrer.
Há os carinhos que se fazem com o corpo e há os carinhos que se fazem com as palavras.
E contrariamente ao que pensam os amantes inexperientes, fazer carinho com as palavras não é ficar repetindo o tempo todo: “Eu te amo…”
Barthes advertia: “Passada a primeira confissão, ‘eu te amo’ não quer dizer mais nada.”
É na conversa que o nosso verdadeiro corpo se mostra, não em sua nudez anatômica, mas em sua nudez poética.

O tênis é um jogo feroz. O seu objetivo é derrotar o adversário.
E a sua derrota se revela no seu erro: o outro foi incapaz de devolver a bola.
Joga-se tênis para fazer o outro errar. O bom jogador é aquele que tem a exata noção do ponto fraco do seu adversário, e é justamente para aí que ele vai dirigir sua cortada – palavra muito sugestiva, que indica o seu objetivo sádico, que é o de interromper, derrotar.
O prazer do tênis se encontra, portanto, justamente no momento em que o jogo não pode mais continuar porque o adversário foi colocado fora de jogo.
Termina sempre com a alegria de um e a tristeza de outro.

O frescobol se parece muito com o tênis: dois jogadores, duas raquetes e uma bola. Só que, para o jogo ser bom, é preciso que nenhum dos dois perca.
Se a bola veio meio torta, a gente sabe que não foi de propósito e faz o maior esforço do mundo para devolvê-la gostosa, no lugar certo, para que o outro possa pegá-la.
Não existe adversário porque não há ninguém a ser derrotado.
Aqui ou os dois ganham ou ninguém ganha. E ninguém fica feliz quando o outro erra – pois o que se deseja é que ninguém erre. O erro de um, no frescobol, é um acidente lamentável que não deveria ter acontecido, pois o gostoso mesmo é aquele ir e vir, ir e vir, ir e vir… E o que errou pede desculpas, e o que provocou o erro se sente culpado. Mas não tem importância: começa-se de novo este delicioso jogo em que ninguém marca pontos…

A bola: são nossas fantasias, idéias, sonhos sob a forma de palavras.
Conversar é ficar batendo sonho prá lá, sonho prá cá… Mas há casais que jogam com os sonhos como se jogassem tênis. Ficam à espera do momento certo para a cortada. Tênis é assim: recebe-se o sonho do outro para destruí-lo, arrebentá-lo, como bolha de sabão… O que se busca é ter razão e o que se ganha é o distanciamento. Aqui, quem ganha sempre perde.

Já no frescobol é diferente: o sonho do outro é um brinquedo que deve ser preservado, pois se sabe que, se é sonho, é coisa delicada, do coração.

O bom ouvinte é aquele que, ao falar, abre espaços para que as bolhas de sabão do outro voem livres.
Bola vai, bola vem – cresce o amor…
Ninguém ganha para que os dois ganhem. E se deseja então que o outro viva sempre, eternamente, para que o jogo nunca tenha fim…

Pílulas para uma vida afetiva melhor


Aprenda a ver com o coração e não com os olhos.
Veja a pessoa amada com realismo. Não a idolatre. Não a coloque em um pedestal. Não a idealize.
A felicidade vem do nosso interior, não depende dos outros mas de nós mesmos.
Os relacionamentos nos fazem crescer. Este aprendizado constante é mais importante do que o acúmulo de bens, ou de títulos.
Relacionamento exige muito cuidado e atenção.
Seu relacionamento é mais importante que seu jogo de futebol, seu jantar com amigos. Desligue a TV e converse.
Relacionamentos precisam ser continuamente realimentados. Não existe cadeira cativa para o amor. Cada dia inicia-se a reconquista. Coloca-se em risco o que já obtivemos.
Para um relacionamento ser duradouro exige-se muita educação.
A contrapartida do amor é o próprio amor. O afeto necessita afeto para alimentar-se.
Demonstrações grandiosas ou presentes caros, enormes buquês de flores, podem dizer menos do que uma flor roubada do jardim.
Dedique ao outro amor e compaixão sem esperar retorno
Use seu coração nos relacionamentos, não sua cabeça. Seja intuitivo. Acredite na sua intuição.
Acredite no seu coração. Confie nele.
Quanto mais você se dedicar a ouvir a voz de sua alma (sua intuição) mais clara e nítida se tornará.
A raiva envenena o relacionamento. Continue a amar, mesmo que o outro esteja magoado, amedrontado e com raiva.
Vencer uma discussão com raiva geralmente é uma derrota. A vitória é compreender, perdoar, aceitar.
O amor é permanente, a raiva é transitória.
Mesmo que você esteja com raiva continue amando; depois que a raiva passar só restará o amor.
Coloque-se na posição do outro. Procure ver o mundo de sua perspectiva e ficará surpreso com os medos, as incertezas, as mágoas, que encontrará. E poderá compreender o outro melhor.
Quando estiver com raiva economize palavras e atitudes. Fique em silêncio e procure compreender.
Não fale sem pensar. As palavras duram muito e deixam marcas, principalmente quando seu significado inclui ódio e raiva.
Ouça mais do que fale. Você tem uma boca e dois ouvidos. Deixe o outro à vontade para dizer o que quer com liberdade. Seja compreensivo ao ouvir.
Calce as sandálias do outro para poder compreendê-lo e reconhecer suas dores, seus desconfortos e seus calos.
Não desconsidere, não humilhe, não desvalorize. Todas as pessoas são iguais, feitas da mesma massa imperfeita e portanto, passíveis de erros.
Ninguém quer sair de um relacionamento marcado pelo amor e compreensão.
Amar é descobrir-se no outro todos os dias, como quem lê um livro vagarosamente.
Se você ama, não canse de declarar o seu amor. Sempre soará como novo (a primeira vez).
Uma relação destrutiva deve ser interrompida logo em benefício da saúde física e mental dos dois.
Uma relação que destroi a auto-estima, reduz a auto-confiança e instabiliza a alma deve ser interrompida antes que prejudique também a terceiros.
A crítica rude, a ironia, a inveja, a raiva, o medo, a culpa, a vergonha, a tristeza, a ansiedade, a preocupação, o ódio, são sentimentos negativos que devem ser afastados da relação.
Uma relação saudável preserva. A preocupação sobre a saúde do outro deve permear a relação
Uma nova relação é também um bom momento para mudar de hábitos, parar de fumar, adotar o exercício, a dieta balanceada e o check-up
Sentimos raiva até de quem amamos. A arte está em rapidamente nos livrarmos dela.
Em primeiro lugar sejam amigos e companheiros.
Não se leve muito a sério. Ria de si mesmo. Senso de humor facilita uma vida longa a dois.
Seja humilde. Aceite a crítica com delicadeza. Faça graça de si mesmo e das suas imperfeições.
Perdoe o passado. Esqueça-o.
Seja sutil.
Não estabeleça competição com o outro.
Seja o primeiro a tornar-se gentil, quando há algum problema. Seja o primeiro a sorrir ao acordar.
Não desconte seus problemas em seu companheiro (a).
Peça perdão 7 vezes por dia e perdoe 77.
Fale sobre suas novas idéias. Discuta a forma de desenvolvê-las.
Tenha paciência. Permita que o tempo faça o seu papel e as mudanças ocorram naturalmente.
Trabalhem juntos em uma obra social. Exercitem juntos a solidariedade. Isto é fator de crescimento, de companheirismo e principalmente, de satisfação.
Não esqueça de agradecer sempre pela amizade, pelo companheirismo, pelo amor e pela ajuda.
Não fique na defensiva. Desarme-se.
Não confunda seus problemas pessoais com problemas na relação.
Construam juntos a felicidade e a alegria. Não espere um pelo outro para isso.
Compartilhem da meditação, do silêncio e da oração..
Aceite ser criticado. Mas critique carinhosamente (e com humor).
Se tiver escolha opte pela paz. E sempre temos escolha.
Pense todos os dias em 3 das suas qualidades que você gosta no outro.
Organize sua casa para que sua vida afetiva também seja organizada.
Combinem em comum acordo todos os programas. Não levem decisões prontas, pois podem gerar insatisfação.
Leiam um livro juntos e comentem sobre o que leram.
Procure lembrar-se que o outro não pode ler seus pensamentos. Fale. Ponha para fora.
Saiba do seu valor, mas reconheça o valor do outro.
Há dias impróprios para discutir certos assuntos. Tenha sensibilidade. Saiba reconhecer o momento certo.
Nem tudo o que lhe vem a cabeça precisa ser dito.

Divagando e Teclando


Eu não estava nos planos dela,
Ela também não estava nos meus, mas enfim…aconteceu!
Uma história intrigante, provavelmente muitos já viveram esse instante…mas eu vou tentar contar…
Foi via internet… que cofre de surpresas, que local estranho que nos faz colocar todos os segredos sobre a mesa…
E a gente pensa, acha, tem certeza, que foi aquela pessoa em especial que conseguiu a chave dos nossos mistérios, que atravessou sem esforços nosso rio de dúvidas, que invadiu nosso calabouço de conflitos e os desfez de uma só vez.
Tantos enganos… somos todos iguais, não existe essa quantidade de pessoas especiais. Mas toda hora, todo dia, alguém em frente a um computador encontra o seu grande amor.
E então me pergunto, por que na vida real isso não acontece igual?
Mas pensando bem, descobri que por detrás de tudo isso existe uma simples explicação: No dia a dia, as pessoas não se confiam, não se procuram, não se aceitam e não suportam os defeitos.
Via internet tudo ficou mais fácil, eu lhe conto meus problemas e você quer ouví-los;
Eu lhe peço soluções e você se apressa em dá-las;
Se eu preciso de um carinho, você jamais me abandona sozinho;
Se suplico por um afago, você inevitavelmente se coloca do meu lado;
Se eu estou em desatino, você nunca me atropela, sempre tenta me acalmar e se põe eternamente a me esperar.
No virtual tudo é tão fácil, rápido e sem problemas, aqui não existem fronteiras, nada que se diga é visto como besteira.
Mulheres não tem dores de cabeça;
Homens não chegam do trabalho cansados;
Mulheres sempre são parceiras;
Homens estão sempre animados;
Defeitos não se encontram em nenhum dos dois;
Todos somos feitos de sonhos, é, sonhos, aquela coisinha insignificante que atualmente anda tão distante, que se julgava não existir mais no ser humano. Engano! Nós, embora muitas vezes negando, ainda vivemos por aí divagando.
A idade não importa, adolescentes se fazem adultos, idosos se transformam em crianças, jovens fazem brotar aquele sentimento do qual são os maiores donos, o amor.
A sedução que até então estava tão dilacerada na vida real, aqui no virtual tomou um novo rumo. Voltou-se finalmente a seduzir com palavras, com doces “cantadas”, fomos enfim obrigados a criar frases bem elaboradas e saber colocá-las na hora certa, no momento exato, caso contrário tudo acaba em fracasso. No virtual, a arma de todos é igual.
Não importa se você é bonita ou se é esquisita, não faz mal se ele é genioso e teimoso. Atrás de um computador, some qualquer dor, os problemas insolúveis da vida real nem precisam ser contados, podem ser escondidos e descartados.
Ela nem precisa saber que você é casado, assim como você também não irá descobrir que ela já passou dos quarenta e no entanto inventa que acabou de fazer vinte e seis, o que é perfeito pra vocês.
Aí acontece de alguém querer uma foto do outro, escolhe-se os melhores ângulos para tirá-la ou pode até ser uma foto do passado, daquelas que estão no armário trancado.
Mas será que ao fim de tudo somos mesmo aquilo que passamos? Ou será que só lidamos com um amontoado de sonhos? Será que temos aquele rosto? Ainda é aquele mesmo cabelo? O corpo ainda tem o mesmo relevo e o mesmo cheiro? Será que aquela simpatia toda é verdadeira ou obra do virtual? Será que o mundo que expusemos é real? Criam-se personagens a todo instante… gente séria, gente alegre, gente competente, inteligente, gente amiga e influente.
Gente dominadora, gente meiga, e gente traiçoeira. Mas com tudo isso o amor vai acontecendo desnorteado dentro dos corações, se iludindo com meras palavras, atravessando difíceis estradas.
E então chegam os entendidos em internet, aqueles que jamais colocaram seus dedinhos a teclar e começam a nos julgar: Internet? Só tem gente carente, gente inconseqüente…
Humm, e quem disse que os carentes só vivem por aqui? Eles estão em toda parte, foi uma raça que se alastrou, dominou o mundo. Somos todos, unidos ou perdidos, muitos ou poucos, invisíveis ou aparentes… mas carentes….
Carentes de amor, de amizades, de mão amiga, de olhar afetuoso, de um sorriso gostoso, de um bom dia com alegria. No virtual ou no real, tudo se faz igual, a única diferença é que aqui… temos tempo… tempo pra descobrir as pessoas, tempo pra enganá-las, tempo pra seduzi-las e depois deixá-las, tempo até pra perdoá-las.
Aqui temos tempo pra sofrer, chorar e nos arrepender, enquanto que no real a nossa rotina é sempre igual, dominou nosso coração e nos jogou na solidão, nos impedindo de ter tempo para um bom tempo, nos jogando de frente com os problemas e não dando tempo pra ninguém nos ouvir.
No real não temos nem mais tempo pra nos iludir… e a ilusão embora nos traga muita decepção é necessária, é pertinente e acaba por ser solidária à nossa solidão e à nossa emoção.
Então… vamos sonhar… se ele ou ela não aparecer, também não vamos sofrer, apenas continuemos a viver, unidos ou separados, no virtual ou no real, mergulhados nas emoções, envoltos nas ilusões… e que a internet consiga trazer soluções, e quem sabe resolver as minhas, as suas, as nossas … questões!!!
Ih, me desculpem, me perdi no devaneio e sai do meu roteiro. Afinal vim aqui pra contar de um certo amor não foi? Um amor que começou via internet…. Bem, fica pra uma outra vez, só posso adiantar mesmo o que disse no início, que ambos não estavam um nos planos do outro… e ainda assim foi incrível, indescritível… mas acabaram por se afastar, uma pena… um desperdício… de corações… de sensações… de amores … e de ilusões….
(mas olha, ele ainda sonha com ela, e ela ainda pensa nele)

Como fazer durar um amor…


Uma mãe e a sua filha estavam a caminhar pela praia. Num certo ponto, a menina disse:
“Como se faz para manter um amor?”
A mãe olhou para a filha e respondeu:
“Pega num pouco de areia e fecha a mão com força…”
A menina assim fez e reparou que quanto mais forte apertava a areia com a mão com mais velocidade a areia se escapava.
“Mamãe, mas assim a areia cai!!!”
“Eu sei, agora abre completamente a mão…”
A menina assim fez mas veio um vento forte e levou consigo a areia que restava na sua mão.
“Assim também não consigo mantê-la na minha mão!”
A mãe, sempre a sorrir disse-lhe:
“Agora pega outra vez num pouco de areia e mantem-na na mão semi aberta como se fosse uma colher… bastante fechada para protegê-la e bastante aberta para lhe dar liberdade”
A menina experimenta e vê que a areia não se escapa da mão e está protegida do vento.
“É assim que se faz durar um amor…”

Aula de amor


A pessoa que ama é uma pessoa espontânea.
A pessoa que ama não tem necessidade de ser perfeita, apenas humana.
Se você sente amor dentro de seu coração, deixe que os outros conheçam seus sentimentos.
Liberte suas emoções!
Não viva no passado. Ele só tem valor porque fez de você o que é hoje.
Viva no agora!
Quando estiver comendo, coma.
Quando estiver falando, fale.
Quando estiver olhando, olhe.
Quando estiver amando, ame.
E perceba a beleza de cada momento.
Não devemos ter medo de mostrar emoções.
O Amor é como um espelho.
Quando você ama uma pessoa, se transforma no espelho dela e ela no seu.
O amor verdadeiro só cria, nunca destrói.
O amor tem os braços abertos.
Se você fechar os braços para o amor, verá que está apenas abraçando a si mesma e isolando-se no mundo, descobrindo a solidão.
Jamais reprima seus sentimentos, senão eles jamais tornarão realidade.
Se você quer dar uma risada, dê uma gargalhada.
Se você quer gritar, desabafe.
Se você quer amar, ame com todas suas forças.
Só assim você achará a verdadeira felicidade.
Isto não é um poema de amor, é sobre você, e sobre todo aquele que um dia se expôs para tocar o coração de outra pessoa.

Amor ou Amizade?


Perguntei a um sábio,
a diferença que havia entre amor e amizade.

Ele me disse essa verdade:
O Amor é mais sensível,
a Amizade mais segura.

O Amor nos dá asas ,
a Amizade o chão.

No Amor há mais carinho,
na Amizade compreensão.

O Amor é plantado
e com carinho cultivado,
a Amizade vem faceira,
e com troca de alegria e tristeza,
torna-se uma grande e querida companheira.

Mas quando o Amor é sincero
ele vem com grandes amigos,
e quando a Amizade é concreta,
ela é cheia de amor e carinho.

Quando se tem amigos de verdade…
ambos sentimentos coexistem
dentro do nosso coração.


Quando dói o coração…


Quando dói o coração, todo o corpo dói.

Por que permitimos que as pessoas entrem assim tão dentro da gente a ponto de sairem carregando um pedaço de nós quando partem? Por que nos damos tanto, nos entregamos tanto, nos deixamos tanto em mãos não tão cuidadosas dos nossos sentimentos?

Deveríamos aprender a ficar na margem, olhando de longe a paisagem calma e nos satisfazer dessa visão, como quem se fascina com uma miragem. Mas não nos satisfaz olhar. Humanos que somos, precisamos absolutamente sentir, ao risco de nos afogar… e mergulhamos inteiramente.

E, vida afora, vamos mergulhando em promessas de amor eterno, felicidade infinita e mar de rosas. Não nos questionamos sobre probabilidades de perdas e decepções, pois só de pensar já é doloroso.

Dói… dói… dói e dói!… Mas isso não vai nos impedir de continuar, não vai nos impedir de viver. Pedaços de nós são ainda partes de nós e ninguém disse que precisamos chegar à velhice inteiros e sem marcas.

Isso é vida!!! Não desistir, manter-se de pé, doendo, mas de pé, cabeça erguida na direção do desconhecido e peito cheio de esperança que a próxima vez será diferente.

Grandes artistas obtiveram o melhor das suas obras nos grandes momentos de aflição e dor. Faça o mesmo: Mostre o que de grande há em você tirando partido das suas decepções!

Construa-se!!!

Tenha em mente que não é você que não foi digno daquele amor, mas aquele amor que não foi digno de você. E se faz parte da vida caminhar entre flores e espinhos, não se esquive do caminho.

Caminhe!!!

Amanhã talvez seja diferente. E talvez não. Mas entre as subidas e descidas, você vai ter sobrevivido. E vai ter, sobre tudo, vivido.

Falo a língua dos loucos


Quem é que nunca teve um Marcelo, um Felipe, um Ricardo, um Júlio ou um Alexandre na vida?

Tudo bem pode ser uma Juliana, uma Natália, uma Ana, uma Patrícia ou uma Aline…

Paquerar é bom, mas chega uma hora que cansa!

Cansa na hora que você percebe que ter 10 pessoas ao mesmo tempo é o mesmo que não ter nenhuma, e ter apenas uma, é o mesmo que possuir 10 ao mesmo tempo!

A “fila” anda, a coleção de “figurinhas” cresce, a conta de telefone é sempre altíssima.

Mas e ai? O que isso te acrescenta?

Nessas horas sempre surge aquela tradicional perguntinha:

Por que aquela pessoa pela qual você trocaria qualquer programa por um simples filme com pipoca abraçadinho no sofá da sala não despenca logo na sua vida???

Se o tal “amor” é impontual e imprevisível que se dane! Não adianta: as pessoas são impacientes! São e sempre vão ser!

Tem gente que diz que não é… “Eu não sou ansioso, as coisas acontecem quando tem que acontecer”.

Mentira! Por dentro todo ser humano é igual: impaciente, sonhador, iludido… Jura de pé junto que não, mas vive sempre em busca da famosa cara metade!

Pode dar o nome que quiser: amor, alma gêmea, par perfeito, a outra metade da laranja… No fim dá tudo no mesmo.

Pode soar brega, cafona… Mas é a realidade. Inclusive o assunto “amor” é sempre cafonérrimo. Acredito que o status de cafona surgiu porque a grande maioria das pessoas nunca teve a
oportunidade de viver um grande amor.

Poucas pessoas experimentaram nesta vida a sensação de sonhar acordada, de dormir do lado do telefone, de ter os olhos brilhando, de desfilar com aquele sorriso de borboleta azul estampado no rosto…

Não lembro se foi o “Wando” ou se foi o “Reginaldo Rossi” que disse em uma entrevista que se a Marisa Monte não tivesse optado pelo “Amor I love you” e que se o Caetano não tivesse dito “Tô me sentindo muito sozinho…” eles não venderiam mais nenhum disco.

Não adianta, o público gosta e vibra com o brega”. Não adianta tapar o sol com a peneira.

Por mais que você não admita: – Você ficou triste porque o Leonardo di Caprio morreu em Titanic “e ficou feliz porque a Julia Roberts e o Richard Gere acabaram juntos em “Uma Linda Mulher”.

- Existe pelo menos uma música sertaneja ou um “pagodinho” que te deixe com dor de cotovelo;

- Quando você está solteiro e vê um casal aos beijos e abraços no meio da rua você sente a maior inveja;

- Você já se pegou escrevendo o seu nome e o da pessoa pelo qual você está apaixonada no espelho embaçado do banheiro, ou num pedacinho de papel;

- Você já se viu cantando o mantra “Toca telefone toca” em alguma das sextas-feiras de sua vida, ou qualquer outro dia que seja;

- Você já enfiou os pés pelas mãos alguma vez na vida e se atirou de cabeça numa “relação” sem nem perceber que você mal conhecia a outra pessoa e que com este seu jeito de agir ela te acharia um tremendo louco;

- Você, assim como nos contos de fada, sonha em escutar um dia o tal ” E foram felizes para sempre…”

Bem, preciso continuar?

Ok, acho que não… Negue o quanto quiser, mas sei que já passou por isso, e se não passou, não sabe o quanto está perdendo…

“O problema de resistir a uma tentação é que você pode não ter uma segunda chance”

“Falo a língua dos loucos, porque não conheço a mórbida coerência dos lúcidos”.

Sobre a felicidade no casamento


Escrevi e tenho dito nos casamentos aquilo que chamo de os Dez mandamentos de um casamento feliz. Não é receita, é um projeto de construção da felicidade no casamento. Amar pode e deve dar certo.

Sejam sábios: Nunca se irritem um com o outro ao mesmo tempo.

Sejam inteligentes: Lembrem-se que quando um não quer, dois não brigam.

Sejam gentis: Jamais gritem um com o outro a não ser que a casa esteja em chamas.

Sejam amigos: Se um tiver que ganhar a discussão deixe que seja o outro.

Sejam honestos: Se cometerem um erro reconheçam e peçam perdão.

Sejam companheiros: Se tiverem que criticar que seja para somar nunca para dividir.

Sejam positivos: Não remoam erros passados. Águas passadas não movem moinhos.

Sejam criativos: Inovem sempre, namorem sempre, fujam da mesmice sempre.

Sejam amorosos: Pelo menos uma vez ao dia digam ao outro uma palavra de carinho.

Sejam bons amantes: Nunca durmam com mágoas. Por que perder uma noite de amor?

Sonhos de Liberdade


Mais até do que se imagina,
As brigas de si foram simuladas
Porque em tua vida
A sina não é como se diz!
Reunindo coisas do coração,
Tens a mente esquecida
E por não saberes usá-la
O coração é só feridas.
Acordar, viver, sonhar e depois
Fazer do dia a Nova Aurora
Boreal e sem rosa dos ventos.
E por assim querer, abre a tua gaiola;
Mas dela não foge:
Tens água, tens comida, tens sol.
Lá fora (quem pode te dizer ?)
Existe toda uma incerteza
Na própria incerteza do que fazer.
Norte ou sul haverá rumos
Que nem sempre será a consciência quem traça.
E assim a mesma consciência irá tentar
(Conseguir? Eu não sei!)
Que voltes a ter o teu vôo livre
Dentro das quatro paredes com portas e janelas da tua gaiola.

A arte de amar


Comunicação, a arte de falar um com o outro, dizer o que sentimos e pretendemos, falando com clareza, ouvir o que o outro fala, deixa-lo certo de que estamos ouvindo é, sem sombra de dúvida, a habilidade mais essencial para a criação e a manutenção de um relacionamento amoroso.

A afirmativa é de Leo Buscaglia, professor de uma universidade da Califórnia.

Ele diz que o mais alto nível da comunicação é o não verbal. O que quer dizer: se você ama, mostre isto em atitudes. Faça coisas amorosas para o outro. Seja atencioso. Coloque os seus sentimentos na prática.

Faça aquela comida favorita. Mande flores. Lembre-se dos aniversários. Crie os seus próprios feriados de amor. Não espere pelo dia dos namorados.

E ele relaciona alguns pontos importantes para que uma relação a dois se aprofunde e se agigante, vencendo os dias, os meses e os anos.

Diga sempre ao outro que o ama, através de suas palavras, suas atitudes e seus gestos. Não pense que o seu par já sabe disso. Ele precisa desta afirmação.

Cumprimente sempre o seu amor pelos trabalhos bem-feitos. Não o deprecie. Dê o seu apoio quando ele falhar. Pense que tudo o que ele faz por você, não o faz por obrigação. E estímulo e elogio asseguram que ele vai repetir a dose.

Quando você se sentir solitário, incompreendido, deixe-o saber. Ele se sentirá mais forte por reconhecer que tem forças para confortar você.

Afinal, os sentimentos, quando não externados, podem ser destrutivos. Lembre que, apesar de amá-lo, o outro ainda não pode ler a sua mente. Não se feche em si mesmo.

Expresse sentimentos e pensamentos de alegria. Eles dão vida ao relacionamento. É maravilhoso celebrar dias comuns, datas pessoais, como o primeiro encontro, o primeiro olhar, o dia da reconciliação depois de um breve desentendimento.

Dê presentes de amor sem motivo. Ouça a sua própria voz a falar de sua felicidade.

Diga ao seu amor que ele é uma pessoa especial. Não deprecie os sentimentos dele. O que ele sente ou vê é sua experiência pessoal, portanto, importante e real.

Abrace sempre. A comunicação de amor não verbal revitaliza a relação.

Respeite o silêncio do seu companheiro. Momentos de quietude também fazem parte das necessidades espirituais de cada um.

Finalmente, deixe que os outros saibam que você valoriza a quem ama, pois é bom partilhar as alegrias de um saudável relacionamento com os outros.

É possível que você esteja pensando que todas essas idéias não são realmente necessárias entre pessoas que se amam. Elas acontecem de forma espontânea.

Mas, nem tanto. Nem sempre. São esses vários aspectos da comunicação que constituem o alicerce de um relacionamento amoroso saudável. Eles também produzem os sons mais maravilhosos do mundo. Os sons do amor. Experimente!

Viva Melhor


Faça como os passarinhos: comece o dia cantando.
A música é alimento para o espírito.
Cante qualquer coisa, cante desafinado, mas cante!
Cantar dilata os pulmões e abre a alma para tudo de bom que a vida tem a oferecer.
Se insistir em não cantar, ao menos ouça muita música e deixe-se absorver pela melodia.
Ria da vida, ria dos problemas, ria de você mesmo.
A gente começa a ser feliz quando é capaz de rir de si mesmo.
Ria das coisas boas que lhe acontecem, ria das besteiras que você já fez.
Ria abertamente para que todos possam se contagiar com a sua alegria.
Não se deixe abater pelos problemas.
Se você procurar se convencer de que está bem, vai acabar acreditando que realmente está e, quando menos perceber, vai se sentir realmente bem.
O bom humor, assim como o mau humor, contagia.
Qual deles você escolhe?
Se você estiver bem-humorado, as pessoas ao seu redor também ficarão e isso lhe dará mais força.
Leia coisas positivas. Leia bons livros, leia poesia, porque a poesia é a arte de azeitar a alma.
Leia romances, leia a Bíblia, leia histórias de amor, ou qualquer coisa que faça reavivar seus sentimentos mais íntimos, mais puros.
Pratique algum esporte. As preocupações são tantas que precisam ser contrabalançadas com algum exercício físico, mesmo que seja uma simples caminhada.
Você certamente vai se sentir bem disposto, mais animado, mais jovem.
Encare suas obrigações com satisfação. É maravilhoso quando se gosta do que se faz. Ponha amor em tudo que está ao seu alcance.
Desde que você se proponha a fazer alguma coisa, mergulhe de cabeça!
Não viva emoções mornas, próprias de pessoas mornas. Você pode até sair arranhado, mas verá que valeu a pena.
Não deixe escapar as oportunidades que a vida lhe oferece, elas não voltam mais nas mesmas circunstâncias. Não é você quem está passando, são as oportunidades que você deixa de usufruir.
Nenhuma barreira é intransponível se você estiver disposto a lutar contra ela; se seus propósitos forem positivos, nada poderá detê-los.
Não deixe que seus problemas se acumulem, resolva-os logo.
Fale, converse, explique, discuta: o que mata é o silêncio, o rancor. Exteriorize tudo, deixe que as pessoas saibam que você as estima, as ama, precisa delas, principalmente em família.
Volte-se para as coisas puras, dedique-se à natureza. Cultive o seu interior e ele extravasará beleza por todos os poros.
Agradeça a Deus pelo que você tem, e perceberá que sempre terá
mais do que precisa. Tenha fé em algo mais poderoso do que você mesmo: tenha fé em Deus.
Agindo assim, você terá estímulo para viver, do contrário nada fará sentido.
Não tente, faça.
Você pode!

O Artista


Um turista visitou uma catedral onde um artista trabalhava em um mosaico enorme.
Uma vasta parede vazia estava à frente do artista e o turista perguntou :
- Você não fica preocupado com todo este espaço que você precisa cobrir ?
Não se preocupa sobre quando conseguirá terminar ?
O artista respondeu simplesmente :
- Eu sei o que posso fazer a cada dia.
A cada manhã, marco a área que farei e não me permito preocupar com o espaço que falta.
Eu assumo um dia de cada vez e um dia o mosaico estará terminado.

Muitos dos grandes obstáculos que atrasam o nosso momento são como esta grande parede.
Nós podemos nos preocupar com o enorme quadro que temos que criar.
Ou podemos simplesmente começar a enchê-lo com as imagens maravilhosas e únicas – a impressão de nossas vidas – fazendo o melhor que podemos a cada dia que nos é dado.
E, no final, teremos montado o melhor quadro.
Onde você começa ?
O melhor lugar para começar é exatamente onde você está hoje.

Ser Livre!


Toda liberdade tem um preço.
Às vezes, alto demais para que possamos alcançá-la.
Aquele que quiser ser livre
Tem que ser muito forte,
tem que colocar seu anseio de liberdade acima até de si próprio.

Ser livre não é correr atrás de um sonho, mas sim realizá-lo.
Ser livre não é ficar olhando a vida passar, mas sim correr junto dela.
Ser livre é enfrentar cada desafio de prisão e fugir deles.
Ser livre é olhar para seu interior e dizer: Eu consegui, eu cheguei lá.

Mesmo que ao dizer isso tenha lágrimas escorrendo pela face.
Lágrimas que traduzem a alegria de ser livre, ao mesmo tempo que nos lembram o preço que pagamos pela liberdade conquistada.

Ser livre, um caminho sofrido, cuja recompensa encontramos em seu final.
Quando conquistamos, com nosso esforço, o direito de exercer a nossa liberdade de nosso modo, e não mais percorrendo o caminho traçado por outros.

Ser livre é um direito de opção que nos pertence.
Não podemos deixar escapar de nossas mãos a chance de SER LIVRE…

Não somos obrigados


O mundo profissional exige, cada vez mais, dedicação e capacitação, comprometimento e rendimento, empenho e desempenho e não importa qual seja a rima, ele nos obriga a estar sempre vencendo, a estar sempre por cima.

Mas esse mundo não é tão cruel assim e ao mesmo tempo nos deixa escolher o que queremos ser. Não somos obrigados a nada!

Desejar o sucesso profissional e trabalhar sempre para isso é uma opção individual e deve ser sempre respeitada, porém, as pessoas que trabalham para ser mais ou menos, para fazer o mínimo ou apenas o que lhes é solicitado, abrindo mão da posição de destaque, devem ter consciência que terão o retorno, na maioria das vezes, proporcional a essa situação.

Podemos abrir mão do sucesso, mas temos que saber que estamos abrindo mão também das melhores oportunidades.

O mundo em desenvolvimento é assim e nunca será de outra forma.

Vários e pessoais são os motivos que levam as pessoas a recusarem o sucesso. O medo de tentar é um deles, e por sinal muito pernicioso, pois quem tem medo de arriscar, tem medo de viver e como sabiamente comenta Clarice Lispector: “… o risco pode ser a salvação de muitas alegrias de nossas vidas”.

Outro motivo muito comum nas organizações e entre os profissionais que abrem mão do sucesso é pensar mais na família e no lado pessoal. Mas como fica a família e a pessoa se o profissional não for bem sucedido? Quem sofrerá as conseqüências? Vale a pena refletir e quem sabe buscar o equilíbrio.

Um terceiro e talvez o pior deles, é quando as pessoas não assumem e não entendem o porquê do insucesso e simplesmente colocam a culpa no governo, nas organizações, nos funcionários e até mesmo dizem que a sua posição é a desejada, que foi planejada ou algo assim, ou seja, que não ocupam posição melhor por que não queriam mesmo. Dizem que não tem sucesso porque não desejam ou por culpa de alguém. “Mentir pra si mesmo é sempre a pior mentira …”

Agora reflita sobre o que você quer para sua vida pessoal e profissional e lembre-se que existe uma ordem natural: a planta germina e rompe o solo num esforço supremo, muito tempo antes dos frutos. Não é possível colher, de maneira constante e ética, sem antes semear e cultivar.

Faça uma opção, mas faça de verdade e que seja verdadeira principalmente para você, pois a nada somos obrigados, desde que possamos suportar as conseqüências.

E se daqui eu posso desejar algo, que seja o SUCESSO e muitas conquistas!

Troque idéias


Há um ditado oriental que diz:

“Se dois homens vêm andando por uma estrada, cada um carregando um pão e, ao se encontrarem, eles trocarem os pães, cada homem vai embora com um pão…

Porém, se dois homens vêm andando por uma estrada, cada um carregando uma idéia, e, ao se encontrarem, eles trocarem as idéias, cada homem irá embora com duas idéias…”

Sempre que possível troque idéias, elas esclarecem, acrescentam, ajudam, fazem você evoluir!

O pardal e a águia


O sol anunciava o final de mais um dia e lá, entre as árvores, estava Andala, um pardal que não se cansava de observar Yan, a grande águia.
Seu vôo preciso, perfeito, enchia seus olhos de admiração.
Sentia vontade em voar como a águia, mas não sabia como o fazer.
Sentia vontade em ser forte como a águia, mas não conseguia assim ser.
Todavia, não cansava de segui-la por entre as árvores só para vislumbrar tamanha beleza…
Um dia estava a voar por entre a mata a observar o vôo de Yan, e de repente a águia sumiu da sua visão.
Voou mais rápido para reencontrá-la, mas a águia havia desaparecido.
Foi quando levou um enorme susto: deparou de uma forma muito repentina com a grande águia a sua frente.
Tentou conter o seu vôo, mas foi impossível, acabou batendo de frente com o belo pássaro.
Caiu desnorteado no chão e quando voltou a si, pode ver aquele pássaro imenso bem ao seu lado observando-o.
Sentiu um calafrio no peito, suas asas ficaram arrepiadas e pôs-se em posição de luta.
A águia em sua quietude apenas o olhava calma e mansamente, e com uma expressão séria, perguntou-lhe:
Por que estás a me vigiar, Andala?
Quero ser uma águia como tu, Yan.
Mas, meu vôo é baixo, pois minhas asas são curtas e vislumbro pouco por não conseguir ultrapassar meus limites.
E como te sentes amigo sem poder desfrutar, usufruir de tudo aquilo que está além do que podes alcançar com tuas pequenas asas?
Sinto tristeza. Uma profunda tristeza. A vontade é muito grande de realizar este sonho… – O pardal suspirou olhando para o chão… E disse:
Todos os dias acordo muito cedo para vê-la voar e caçar.
És tão única, tão bela.
Passo o dia a observar-te. E não voas? Ficas o tempo inteiro a me observar? Indagou Yan.
Sim. A grande verdade é que gostaria de voar como tu voas… Mas as tuas alturas são demasiadas para mim e creio não ter forças para suportar os mesmos ventos que, com graça e experiência, tu cortas harmoniosamente…
Andala, bem sabes que a natureza de cada um de nós é diferente, e isto não quer dizer que nunca poderás voar como uma águia.
Sê firme em teu propósito e deixa que a águia que vive em ti possa dar rumos diferentes aos teus instintos.
Se abrires apenas uma fresta para que esta águia que está em ti possa te guiar, esta dar-te-á a possibilidade de vires a voar tão alto como eu.
Acredita! – E assim, a águia preparou-se para levantar vôo, mas voltou-se novamente ao pequeno pássaro que a ouvia atentamente:
Andala, apenas mais uma coisa: Não poderás voar como uma águia, se não treinares incansavelmente por todos os dias.
O treino é o que dá conhecimento, fortalecimento e compreensão para que possas dar realidade aos teus sonhos.
Se não pões em prática a tua vontade, teu sonho sempre será apenas um sonho.
Esta realidade é apenas para aqueles que não temem quebrar limites, crenças, conhecendo o que deve ser realmente conhecido.
É para aqueles que acreditam serem livres, e quando trazes a liberdade em teu
coração poderás adquirir as formas que desejares, pois já não estarás apegado a nenhuma delas, serás livre!
Um pardal poderá, sempre, transformar-se numa águia, se esta for sua vontade.
Confia em ti e voa, entrega tuas asas aos ventos e aprende o equilíbrio com eles.
Tudo é possível para aqueles que compreenderam que são seres livres, basta apenas acreditar, basta apenas confiar na tua capacidade em aprender e ser feliz com tua escolha!

Você tem certeza?


Já aconteceu de você ter perdido alguma coisa e, finalmente, achá-la exatamente no lugar onde você tinha certeza absoluta que ela não ia estar?
Que outras coisas na sua vida você pode não estar rotineiramente enxergando, porque tem certeza que não estão lá?
Quantas idéias criativas nunca aparecem porque você já tem certeza do que funciona e do que não?
Quantos clientes você deixa de contatar, porque você tem certeza que eles não estão interessados? Será que a certeza está limitando você?
Será que sua certeza é realmente certeza? Ou simplesmente falta de vontade de explorar novas opções?
Existem momentos em que devemos agir e pensar com certeza e determinação, mas muitas vezes o que julgamos ser certeza é pura teimosia.
Suas certezas resultam, na maioria das vezes, de suas experiências. Mas leve sempre em conta que existe um universo de oportunidades além dessas experiências.
Sim, é mais fácil rejeitar novas idéias sem considerá-las ou explorá-las.
Agora, se você já sabe tudo, como é possível aprender?
É ótimo ter certeza e confiança. Só não deixe a certeza cegá-lo para o real potencial das suas possibilidades. – trate-as bem!

Último discurso de Martin Luther King


Freqüentemente imagino que todos nós pensamos no dia em que seremos vitimados por aquilo que é o denominador comum e derradeiro da vida, essa alguma coisa que chamamos de morte.

Freqüentemente penso em minha própria morte e em meu funeral, mas não num sentido angustiante.

Freqüentemente pergunto a mim mesmo que é que eu gostaria que fosse dito. Então deixo aqui com vocês a resposta.

Se vocês estiverem ao meu lado, quando eu encontrar o meu dia, lembrem-se que eu não quero um longo funeral.

Se vocês conseguirem alguém para fazer a oração fúnebre, digam-lhe para não falar muito, para não mencionar que eu tenho trezentos prêmios (isso não é importante), para não dizer o lugar onde estudei.

Eu gostaria que alguém mencionasse aquele dia em que eu tentei dar minha vida ao serviço dos outros, eu tentei amar alguém, eu tentei visitar os que estavam na prisão, eu tentei vestir um mendigo, eu tentei amar e servir a humanidade.

Sim, se quiserem dizer algo, digam que eu fui um arauto, arauto da justiça, arauto da paz, arauto do direito. Todas as outras coisas triviais não têm importância.

Não quero deixar atrás nenhum dinheiro, coisas finas e luxuosas.

Só quero deixar atrás uma vida de dedicação.

E isto é tudo o que eu tenho a dizer: SE EU PUDER ajudar alguém a seguir adiante, animar alguém com uma canção, mostrar a alguém o caminho certo, cumprir o meu dever de cristão, levar a salvação para alguém, divulgar a mensagem que o Senhor deixou, então MINHA VIDA NÃO TERÁ SIDO EM VÃO.

(Martin Luther King era pastor americano e morreu baleado por lutar contra o racismo nos EUA.)


A vaquinha


Um mestre da sabedoria passeava por uma floresta com seu fiel discípulo, quando avistou ao longe um sítio de aparência pobre e resolveu fazer uma breve visita.
Durante o percurso, ele falou ao aprendiz sobre a importância das visitas e as oportunidades de aprendizado que temos, com as pessoas que mal conhecemos.
Chegando ao sítio, constatou a pobreza do lugar.
Os moradores eram um casal e três filhos, vestidos com roupas rasgadas e sujas.
O mestre então, aproximou-se do senhor, aparentemente o pai daquela família, e perguntou:
- Neste lugar não há sinais de pontos de comércio e de trabalho. Como o senhor e sua família sobrevivem aqui?
E o senhor respondeu:
- Meu amigo, nós temos uma vaquinha que nos dá vários litros de leite todos os dias.
Uma parte desse produto nós vendemos ou trocamos na cidade vizinha por outros gêneros de alimentos, a outra parte nós produzimos queijo e coalhada para nosso consumo, e assim vamos sobrevivendo…
O sábio agradeceu, contemplou o lugar por uns momentos, despediu-se e foi embora.
No meio do caminho ordenou ao seu discípulo:
- Pegue a vaquinha, leve-a ao precipício ali na frente e empurre-a. Jogue-a lá embaixo!
O jovem arregalou os olhos, espantado, e questionou o mestre sobre o fato da vaquinha ser o único meio de sobrevivência da família.
Mas, como percebeu o silêncio absoluto do mestre, foi cumprir a ordem e viu a vaquinha morrer.
Um dia ele resolveu largar tudo o que tinha aprendido e voltar naquele mesmo lugar e contar tudo àquela família.
Pedir perdão e ajudá-los.
Assim o fez, e quando se aproximava do local, avistou um sítio muito bonito, com árvores floridas, todo murado, e algumas crianças brincando no jardim.
Ficou triste e desesperado, imaginando que aquela humilde família tivera que vender o sítio para sobreviver.
Foi recebido por um caseiro, e então, perguntou sobre a família que ali morava há uns 4 anos e o caseiro respondeu:
- Continuam morando aqui.
Espantado, ele entrou na casa e viu que era a mesma família que visitara antes com o mestre.
Elogiou o local e perguntou ao dono da vaquinha:
- Como o senhor melhorou esse sítio e está tão bem de vida?
E o senhor respondeu:
- Nós tínhamos uma vaquinha que caiu no precipício e morreu.
Daí em diante tivemos que fazer outras coisas e desenvolver habilidades que nem sabíamos que tínhamos. Assim alcançamos o sucesso que seus olhos vislumbram agora!

PONTO DE REFLEXÃO:

TODOS NÓS TEMOS UMA VAQUINHA QUE NOS DÁ ALGUMA COISA BÁSICA PARA SOBREVIVÊNCIA E UMA CONVIVÊNCIA COM A ROTINA.
DESCUBRA QUAL É A SUA!
TENHA CORAGEM PARA EMPURRAR SUA VAQUINHA MORRO ABAIXO
E CONSTRUIR ALGO DE NOVO!
SEM DESAFIOS NÃO HÁ CONQUISTAS!!!

O sonho de Svetlana


Desde pequena Svetlana só tinha conhecido uma paixão: dançar e sonhar em ser uma Gran Ballerina do Ballet Bolshoi. Seus pais haviam desistido de lhe exigir empenho em qualquer outra atividade. Os rapazes já haviam se resignado: o coração de Svetlana tinha lugar para somente uma paixão e tudo mais era sacrificado pelo dia em que se tornaria bailarina do Bolshoi.

Um dia, Svetlana teve sua grande chance. Conseguira uma audiência com Sergei Davidovitch, Ballet Master do Bolshoi, que estava selecionando aspirantes para a Companhia. Dançou como se fosse seu último dia na Terra. Colocou tudo que sentia e que aprendera em cada movimento, como se uma vida inteira pudesse ser contada em um único compasso. Ao final, aproximou-se do Master e lhe perguntou:

“Então, o senhor acha que eu posso me tornar uma Gran Ballerina?” Na longa viagem de volta a sua aldeia, Svetlana, em meio às lágrimas, imaginou que nunca mais aquele “Não” deixaria de reverberar em sua mente. Meses se passaram até que pudesse novamente calçar uma sapatilha. Ou fazer seu alongamento em frente ao espelho. Dez anos mais tarde Svetlana, já uma estimada professora de ballet, criou coragem de ir à performance anual do Bolshoi em sua região. Sentou-se bem à frente e notou que o Sr. Davidovitch ainda era o Ballet Master. Após o concerto, aproximou-se do cavalheiro e lhe contou o quanto ela queria ter sido bailarina do Bolshoi e quanto doera, anos atrás, ouvir-lhe dizer que não seria capaz.

“Mas minha filha, eu digo isso a todas as aspirantes”, respondeu o Sr. Davidovitch. “Como o senhor poderia cometer uma injustiça dessas? Eu dediquei toda minha vida! Todos diziam que eu tinha o dom. Eu poderia ter sido uma Gran Ballerina se não fosse o descaso com que o senhor me avaliou!” Havia solidariedade e compreensão na voz do Master, mas ele não hesitou ao responder: “Perdoe-me, minha filha, mas você nunca poderia ter sido grande o suficiente, se foi capaz de abandonar seu sonho pela opinião de outra pessoa.”

Lições dos Gansos


Quando um ganso bate as asas, cria um “vácuo” para o pássaro seguinte. Voando numa formação em “V” o bando inteiro tem o seu desempenho 71% melhor do que se a ave voasse sozinha.

Lição1: Pessoas que compartilham uma direção comum e senso de comunidade podem atingir seus objetivos mais rápido e mais facilmente, pois estão contando com ajuda de outros.

Sempre que um ganso sai de formação, sente subitamente a resistência por tentar voar sozinho e rapidamente retorna ao grupo, aproveitando a “aspiração” da ave imediatamente a sua frente.

Lição 2: Se tivermos sensibilidade, aceitaremos a ajuda dos colegas e seremos prestativos com os demais.

Quando o ganso líder se cansa, muda para o final da formação e um outro assume seu lugar, ocupando a posição dianteira.

Lição 3: É preciso acontecer um revezamento das tarefas e compartilhar a liderança. As pessoas, assim como os gansos, são dependentes umas das outras.

Os gansos de trás, na formação, grasnam para incentivar e encorajar os da frente a aumentar a velocidade.

Lição 4: Precisamos assegurar que nossas palavras sejam de incentivo e não desestímulo.

Quando um ganso fica doente, ferido ou é abatido, dois gansos saem da formação e seguem para ajudá-lo e protegê-lo. Ficam com ele até que esteja apto a voar de novo ou morra. Só assim eles retomam o procedimento normal, com outra formação, ou vão atrás do bando.

Lição 5: O bom senso indica que devemos apoiar nossos colegas nos momentos difíceis.

Esforço Individual


Você já pensou no valor do esforço individual?

Uma demonstração desse valor foi realizada numa noite escura, sem estrelas, durante um comício patriótico no Coliseu de Los Ângeles.

Havia cerca de cem mil pessoas reunidas no local, quando o presidente avisou que todas as luzes seriam apagadas.

Disse que, embora ficassem na mais completa escuridão, não havia motivo para receio.

Quando as luzes se apagaram e as trevas tomaram conta do ambiente, ele riscou um fósforo e perguntou à multidão: “quem estiver vendo esta pequenina luz queira exclamar: sim!”

Um vozerio ensurdecedor partiu da assistência. Todos percebiam aquela minúscula chama.

O silêncio se fez novamente e o homem falou: “assim também fulgura um ato de bondade num mundo de maldade.”

E insistindo em suas idéias, lançou um desafio: “vejamos agora o que acontece se cada um de nós acender um palito de fósforo.”

Num instante, quase cem mil minúsculas chamas banharam de luz a imensa arena, fruto da colaboração de cem mil indivíduos, cada um fazendo a parte que lhe tocava.

Essa foi a maneira singela que um homem utilizou para despertar nos indivíduos o valor do esforço pessoal.

Geralmente, na busca de soluções para os problemas, imaginamos que somente grandes feitos poderão ter um resultado eficiente.

Quando olhamos uma imensa montanha, por exemplo, concluímos que muito trabalho foi preciso para que ela tomasse as dimensões que possui, mas nos esquecemos de que ela é formada de pequenos grãos de areia.

Olhando o mundo sob esse ponto de vista, e fazendo a parte que nos cabe, em pouco tempo teríamos um mundo melhor.

Mas se pensarmos que somos incapazes de mudar o mundo, o mundo permanecerá como está por muito tempo.

Todos temos valores íntimos a explorar. Todos temos condições de contribuir com uma parcela para a melhoria do mundo em que vivemos.

Como pudemos perceber, um palito de fósforo aceso, é capaz de derrotar as trevas.

Pode ser uma pequena chama, mas a sua claridade é percebida à grande distância.

Jesus falou das possibilidades individuais de cada um com a recomendação: “Brilhe a Vossa Luz.”

Assim, quando a situação se apresentar nublada em derredor, podemos acender a nossa pequena chama e romper com a escuridão.

Não importa a situação em que estamos colocados, sempre poderemos fazer algo de bom em benefício de todos.

Cada indivíduo é uma engrenagem inteligente agindo no contexto da máquina social. E a máquina somente funcionará em harmonia e atingirá seus objetivos se todas as peças cumprirem a parte que lhes cabe.

O mágico e a moça cega


Meu amigo Whit é mágico profissional e foi contratado por um restaurante para fazer mágicas durante o jantar, distraindo os clientes. Uma noite ele se aproximou de uma família e, depois de se apresentar, puxou um baralho e começou seu número. Virando-se para uma moça sentada à mesa, pediu que ela escolhesse uma carta. O pai da moça lhe disse que a filha, Wendy, era cega.

Whit disse:

-Tudo bem. Se ela concordar, eu gostaria de fazer um número com ela.

Virando-se para a moça, meu amigo perguntou:

-Wendy, você gostaria de me ajudar numa mágica?

Um tanto tímida, ela encolheu os ombros e respondeu:

-Tudo bem.

Whit se sentou em frente à moça e disse:

-Vou segurar uma carta, Wendy, que será vermelha ou preta. O que quero é que você use seus poderes psíquicos e me diga de que cor é a carta, vermelha ou preta. Você entendeu?

Wendy concordou com a cabeça. Whit segurou o rei de paus e perguntou;

-Wendy, esta carta é preta ou vermelha?

Depois de um momento, a moça cega respondeu:

-Preta.

Sua família sorriu. Whit levantou o sete de copas e disse:

-Esta carta é vermelha ou preta?

-Vermelha – Wendy respondeu.

Então Whit levantou uma terceira carta, o três de ouros, e perguntou:

-Vermelha ou preta?

-Vermelha! – Wendy disse sem hesitar.

Seus pais riram nervosamente. O mágico levantou mais três cartas e a moça acertou todas. Incrivelmente, ela acertou as seis vezes! Sua família não podia acreditar em sua sorte. Na sétima carta, Whit levantou o cinco de copas e falou:

-Wendy, quero que você me diga qual é a carta e de que naipe ela é … se é de copas, ouros, paus ou espadas.

Depois de um momento, Wendy respondeu, confiante:

-É o cinco de copas.

Os parentes deixaram escapar um grito. Eles estavam aturdidos! O pai de Wendy perguntou a Whit se ele estava fazendo algum tipo de truque ou mágica mesmo. Whit respondeu:

-O senhor terá de perguntar a Wendy.

O Pai, então, perguntou à filha:

-Wendy, como você fez isso?

Ela sorriu e disse:

-É mágica!

Whit cumprimentou a família, deu um abraço em Wendy, deixou seu cartão de visitas e se despediu. Estava claro que ele havia criado um momento mágico que aquela família jamais esqueceria.

A questão, naturalmente, é como Wendy sabia a cor das cartas? Já que Whit nunca a havia encontrado até aquele momento no restaurante, ele não poderia ter lhe dito antes que cartas eram vermelhas e quais eram pretas. E, já que Wendy era cega, era impossível para ela ver as cores ou o valor das cartas quando ele as levantou. Como foi, então?

Whit pôde criar seu milagre usando um código secreto e rapidez de pensamento. No início de sua carreira, ele havia criado um código para que uma pessoa pudesse passar informações para outra com os pés, sem usar palavras. Ele nunca tivera a chance de usar o código até aquele momento no restaurante. Quando Whit se sentou em frente a Wendy e disse “Vou segurar uma carta, Wendy, e ela será vermelha ou preta”, ele bateu de leve no pé dela (sob a mesa) uma vez quando disse a palavra “vermelha” e duas vezes quando disse “preta”.

Para ter certeza de que ela o havia entendido, ele repetiu os sinais secretos, dizendo: “O que eu quero é que você use seus poderes psíquicos e me diga de que cor é a carta, vermelha (um toque) ou preta (dois toques). Você entendeu?”

Quando Wendy concordou com a cabeça, ele sabia que ela havia compreendido o código e estava disposta a colaborar com o truque. Sua família supôs que, quando ele perguntou se ela “havia entendido”, estava se referindo às suas instruções verbais.

Como ele passou para ela a informação sobre o cinco de copas? Simples. Ele tocou no pé dela cinco vezes para ela saber que ele tinha um cinco. Quando ele perguntou se a carta era de copas, espadas, paus ou ouro, ele comunicou o naipe tocando no pé dela ao dizer “copas”.

A mágica real desta história é o efeito que teve em Wendy. Não só lhe deu a chance de brilhar por uns momentos e se sentir especial diante da família, mas tornou-a uma estrela em casa, pois sua família contou a todos os amigos sobre a espantosa experiência “psíquica”.

Alguns meses depois, Whit recebeu um pacote de Wendy. Nele, um baralho em braile, com um bilhete. No bilhete, ela lhe agradecia por tê-la feito sentir-se tão especial e por ter lhe permitido “ver”, mesmo que por apenas alguns momentos.

Ela disse que ainda não contara à família como acertara as cartas, apesar de eles continuarem a lhe perguntar. Ela terminava dizendo que lhe enviava o baralho em braile para ele poder fazer mais mágicas com pessoas cegas.

O mundo vai se acabar


Liana estava em seu quarto sozinha, de madrugada, pensando nos seus problemas e inúmeras dúvidas, principalmente em relação ao futuro e ao seu próximo casamento com o namoradinho de infância.

De repente, ela viu surgir na sua frente uma linda mulher, envolta em um halo de luz dourada, como uma aparição angelical, que lhe disse:

- Liana, o mundo vai se acabar em 30 dias. Seja feliz! Você só tem 30 dias para isso. Adeus!

Dizendo isso a mulher dourada lhe entregou um papel onde estava escrito exatamente o que acabara de lhe dizer. E desapareceu.

Liana ficou muito intrigada e adormeceu, mais confusa do que já estava.

Na manhã seguinte, ao acordar, Liana pensou haver sonhado um sonho estranho e não deu muita importância, até o momento em que encontrou um papel escrito em letras douradas, na sua escrivaninha, contendo as frases da aparição noturna.

- Então foi verdade! – pensou.

Contou para todas as pessoas. E ninguém acreditou nela.

- Você deve ter sonhado com isso. E você mesma escreveu. O papel é igual ao do bloco que há em cima da sua escrivaninha. Imagine! O mundo se acabar em 30 dias! Essa é muito boa! – disse sua mãe.

As únicas pessoas que acreditaram nela foram suas amigas, desde os tempos de colégio, Terina e Elisia, também de 20 anos, como ela.

Fizeram, então, uma reunião para decidir o que fazer para serem felizes em 30 dias: – viajar, comprar roupas, objetos, carros; passear, divertir-se ao máximo em festas, boates, discotecas, teatros, cinemas; namorar, visitar amigos, parentes queridos, enfim, tudo que fosse possível para ser feliz.

Porém, como haveriam de fazer tudo isso, se não tinham dinheiro? Decidiram pedir emprestado aos pais, a amigos ou ao banco. Daí surgiu a questão sobre como pagar os empréstimos.

- Se o mundo vai se acabar em 30 dias, não precisaremos pagar! – concluiu Liana.

E foi o que fizeram. Arrumaram empréstimos em bancos e com os pais e trataram de se divertir o quanto podiam. Para começar, Liana desmarcou o casamento, sobre o qual não estava muito certa, pelo menos naquele momento da sua vida. Queria conhecer outras pessoas, outros rapazes, viajar, enfim, aproveitar o que lhe restava de vida.

As três amigas, para espanto de todos, mudaram todos os seus comportamentos e gostaram muito disso. Fizeram excelentes passeios, conheceram pessoas, novas amizades, novos namorados, viagens, compras, enfim, tudo o que tinham vontade, durante 29 dias.

Na noite do 29º dia decidiram permanecer juntas, pois no dia seguinte…

Passaram a noite observando qualquer acontecimento diferente, à espera do momento em que o mundo se acabaria.

O dia amanheceu e nada aconteceu. As horas transcorreram dentro da mais absoluta normalidade e nada de estranho ocorreu.

Muito surpresas, viram chegar a noite do 30º dia, sem novidade. Ocorreu-lhes, então, a idéia de que poderia ter havido um engano.

- Vamos verificar o bilhete da mulher dourada – disse uma das três amigas.

E assim foi feito. De fato, a frase do bilhete não era de que o mundo iria se acabar em 30 dias, como Liana havia lido, transtornada pela emoção do momento, mas sim, em 300 dias.

Ficaram muito felizes ao constatar que ainda tinham mais 270 dias para se divertirem.

- Esperem! Acho que agora estamos com um problema! Já que o mundo não se acabou, teremos de pagar as contas! – disse Liana, assustada.

- É mesmo! O que faremos agora! – responderam as outras duas.

- Vamos pensar com calma e encontraremos uma solução.

Resolveram que cada uma deveria procurar trabalhar naquilo de que mais gostava de fazer e sabia fazer melhor.

Liana gostava de plantas. Terina tinha um talento bastante desenvolvido para vendas. Elisia gostava mesmo era de fazer doces.

Desenvolveram uma espécie de microempresa, nos fundos da casa de uma delas. Lá Liana começou a cultivar várias espécies de flores e a fazer desenhos sugerindo o uso delas. Planejava até aprender a desenvolver sofisticados projetos de jardinagem. Elisia fazia e confeitava bolos ornamentais que, com a prática, ficavam cada vez mais elaborados. Fazia também docinhos, bombons, tortas e pudins deliciosos. A tarefa de vender os produtos da empresa ficava por conta de Terina, que se saía muito bem nesse empreendimento, a tal ponto que quase não davam conta de atender a todas as encomendas.

Com muita dedicação, responsabilidade, confiança em si mesmas e na sua capacidade de trabalho, cada uma das três amigas, apenas dando vazão a seus respectivos talentos, conseguiu pagar, em poucos meses, todos os empréstimos que havia feito de terceiros.

Gostaram tanto dessa experiência que continuaram em atividade. Enquanto trabalhavam estavam se divertindo e seus negócios crescendo na mesma proporção de seu entusiasmo.

Até que, finalmente, chegou o 299º dia.

Elas até ficaram um pouco tristes, pois esses últimos dez meses haviam sido os melhores de suas vidas, tanto em diversões, descobertas de seu próprio potencial, encontros com suas capacidades, autoconfiança e muitos outros recursos que nem sequer imaginavam ter.

Reuniram-se novamente, como naquela noite do 29º dia, e aguardaram a chegada do fim do mundo. Conversaram muito. Fizeram um balanço e concluíram o quanto tinha sido proveitoso acreditarem em si mesmas. Agradeceram a Deus a oportunidade que tiveram de desenvolver todas suas potencialidades e talentos, os quais elas nem mesmo conheciam. Quando o mundo se acabasse, afinal elas podiam dizer que foram felizes e que viver, realmente, tinha valido a pena.

E, NO 300º DIA…

O mundo não se acabou!!!

**********

Quem, na vida, se iludir com sonhos mirabolantes, planos fantasiosos ou qualquer tipo de ilusão, fatalmente será obrigado a pagar o devido preço pela sua ingenuidade ou pela sua irresponsabilidade.

Isto é apenas uma história, porém capaz de lembrar que, quando alguém se dispõe a assumir a responsabilidade pela própria qualidade de vida, tem a chance de se deparar com capacidades suas, até então desconhecidas.

Ao invés de esperar um empurrão da Vida, como aconteceu com as garotas, acredito que seja possível para qualquer pessoa começar, a partir de já, a entrar em contato com essas capacidades que certamente estão guardadas dentro de cada um, à espera de serem mostradas.

E para que haja alguma mudança na vida basta que se faça algo novo. Continuar com os mesmos comportamentos, só trará os mesmos resultados de sempre.

E você, o que faria se tivesse apenas 30 dias para ser feliz? E se fosse 300?

Sorria


Sorrir faz bem.
O sorriso favorece, ajuda.
Sempre que alguém te sorrir, sorria também.
Mas, sempre que alguém não te sorrir, sorria mais ainda…
Sorria sempre que viver!

Até porque sorrir contrai alguns músculos e quando você envelhecer terá menos rugas e maior elasticidade.
É saudável. Faz bem até pra alma.

Sorrir é uma conseqüência.
De tudo aquilo que é bom.
De tudo aquilo que é único.
É uma emoção.
Seja idiota, ria de coisas bobas. Isso faz parte.
E isso será um momento. Uma lembrança.
E você sorrirá novamente quando relembrar.

Não sei se já te falaram, mas sorriso atrai sorriso.
Aquele resto de alegria, aquela confiança.
Dê apenas um sorriso, mas sorria sempre.

Mas, não se empolgue saindo por aí com um sorriso sem sentido, sem fundamento.
Porque um sorriso, tem que ser verdadeiro, tem que vir lá do lado de dentro.
Assim como o amor.
Assim é a vida…
Tudo se completa, quando existe um sentido.

O que faz bem para a vida?


Cada semana, uma novidade. A última foi que pizza previne câncer do esôfago.
Acho a maior graça. Tomate previne isso, cebola previne aquilo, chocolate faz bem, chocolate faz mal, um cálice diário de vinho não tem problema, qualquer gole de álcool é nocivo, tome água em abundância, mas peraí, não exagere…

Diante desta profusão de descobertas, acho mais seguro não mudar de hábitos.
Sei direitinho o que faz bem e o que faz mal pra minha saúde.
Prazer faz muito bem.
Dormir me deixa 0 km.
Ler um bom livro faz eu me sentir novo em folha.
Viajar me deixa tenso antes de embarcar, mas depois eu rejuvenesço uns cinco anos.
Viagens aéreas não me incham as pernas, me incham o cérebro, volto cheio de idéias.
Brigar me provoca arritmia cardíaca.
Ver pessoas tendo acessos de estupidez me embrulha o estômago.
Testemunhar gente jogando lata de cerveja pela janela do carro me faz perder toda a fé no ser humano.
E telejornais os médicos deveriam proibir – como doem!
Essa história de que sexo faz bem pra pele acho que é conversa, mas mal tenho certeza de que não faz, então, pode-se abusar.
Caminhar faz bem, dançar faz bem, ficar em silêncio quando uma discussão está pegando fogo faz muito bem: você exercita o autocontrole e ainda acorda no outro dia sem se sentir arrependido de nada.
Acordar de manhã arrependido do que disse ou do que fez ontem à noite é prejudicial à saúde.
E passar o resto do dia sem coragem para pedir desculpas, pior ainda.
Não pedir perdão pelas nossas mancadas dá câncer, não há tomate ou muzzarela que previna.
Ir ao cinema, conseguir um lugar central nas fileiras do fundo, não ter ninguém atrapalhando sua visão, nenhum celular tocando e o filme ser espetacular, uau! Cinema é melhor pra saúde do que pipoca.
Conversa é melhor do que piada.
Beijar é melhor do que fumar.
Exercício é melhor do que cirurgia.
Humor é melhor do que rancor.
Amigos são melhores do que gente influente.
Economia é melhor do que dívida.
Pergunta é melhor do que dúvida.
Tomo pouca água, bebo mais que um cálice de vinho por dia, faz dois meses que não piso na academia, mas tenho dormido bem, trabalhado bastante, encontrado meus amigos, ido ao cinema e confiado que tudo isso pode me levar a uma idade avançada.
Sonhar é melhor do que nada.

Não reclame, ajude!

O que para você é uma VIDA CHATA,

Para ele é uma VIDA NOVA!



Transforme sua VIDA CHATA em uma VÍDA ÚTIL, ajude!

O lucro da felicidade


Desde pequena tenho um talento muito grande para fazer bonecas de pano, tanto que era eu quem fazia para minhas irmãs quando éramos pequenas.
Só que quando cresci acabei me formando, me tornando administradora, e comecei a fazer as bonecas apenas por diversão.
Cheguei em uma fase que sentia que precisava fazer algo diferente, só que ainda não sabia o quê. Meus filhos já estavam todos criados, e morávamos apenas eu e meu marido, e algo precisava sair do comum.
Foi então que conheci uma instituição solidária que acolhe crianças carentes. Acabei indo lá com meu marido uma vez apenas para conhecer, e sentimos um amor muito grande lá. Eu senti que precisava fazer algo por essas crianças, mas ainda não sabia o que.
Foi aí que percebi que tinha que usar o meu dom, o meu talento para deixar um sorriso no rosto dessas crianças. Só que eu sabia fazer apenas bonecas, e também tinham meninos lá. Então entrei em um curso e comecei a aprender a fazer carrinhos de pano também, e minha vida começou a cada dia ficar mais iluminada, se enchendo e felicidade.
Hoje faço diversos tipos de brinquedos de pano e distribuo para diversos orfanatos. Muitas pessoas ainda tentam me convencer de que eu deveria fazer isso para ganhar lucro, mas o maior lucro que estou ganhando é o sorriso que ganho dessas crianças ao distribuir cada brinquedo, o que a cada dia resplandece ainda mais a minha alma.

Hoje me dei conta de que as pessoas vivem a esperar por algo E quando surge uma oportunidade Se dizem confusas e despreparadas Sentem que não merecem


Hoje me dei conta de que as
pessoas vivem a esperar por algo
E quando surge uma oportunidade
Se dizem confusas e despreparadas
Sentem que não merecem
Que o tempo certo ainda não chegou
E a vida passa
E os momentos se acumulam
como papéis sobre uma mesa
Estamos nos preparando para qualquer coisa
Mas ainda não aprendemos a viver
A arriscar por aquilo que queremos
A sentir aquilo que sonhamos
E assim adiamos nossas
vidas por tempo indeterminado
Até que a vida se encarregue
de decidir por nós mesmos
E percebemos o quanto perdemos
E o tanto que poderíamos ter evitado
Como somos tolos em nossos
pensamentos limitados
Em nossas emoções contidas
Em nossas ações determinadas
O ser humano se prende em si mesmo
Por medo e desconfiança
Vive como coisa
Num mundo de coisas
O tempo esperado é o agora
Sua consciência lhe direciona
Seus sentidos lhe alertam
E suas emoções não
mais são desprezadas
Antes que tudo acabe
É preciso fazer iniciar
Mesmo com dor e sofrimento
Antes arriscar do que apenas sonhar.

Hoje me dei conta


Hoje me dei conta de que as
pessoas vivem a esperar por algo
E quando surge uma oportunidade
Se dizem confusas e despreparadas
Sentem que não merecem
Que o tempo certo ainda não chegou
E a vida passa
E os momentos se acumulam
como papéis sobre uma mesa
Estamos nos preparando para qualquer coisa
Mas ainda não aprendemos a viver
A arriscar por aquilo que queremos
A sentir aquilo que sonhamos
E assim adiamos nossas
vidas por tempo indeterminado
Até que a vida se encarregue
de decidir por nós mesmos
E percebemos o quanto perdemos
E o tanto que poderíamos ter evitado
Como somos tolos em nossos
pensamentos limitados
Em nossas emoções contidas
Em nossas ações determinadas
O ser humano se prende em si mesmo
Por medo e desconfiança
Vive como coisa
Num mundo de coisas
O tempo esperado é o agora
Sua consciência lhe direciona
Seus sentidos lhe alertam
E suas emoções não
mais são desprezadas
Antes que tudo acabe
É preciso fazer iniciar
Mesmo com dor e sofrimento
Antes arriscar do que apenas sonhar.